quarta-feira, 27 de junho de 2012

OVNI e as Civilizações Extraterrestres



Há décadas, o fenômeno OVNI (Objetos Voadores Não Identificados) tem sido estudado por pessoas sérias que pertencem a todas as classes DA sociedade, e uma conclusão se impõe: as observações constatadas não correspondem unicamente a formas luminosas e fugazes, mas sobretudo a engenhos que apresentam a aparência de “máquinas voadoras”.
Numerosos testemunhos, a maioria provindos de pilotos, de técnicos, de engenheiros, provam-nos, de maneira irrefutável, que nos encontramos em presença de objetos fabricados, pilotados ou teleguiados. Em quase todo mundo, grupos particulares se constituíram para sondar esse intrigante problema, enquanto organizações oficiais trabalhavam no mundo inteiro para desvendar o mistério dos engenhos espaciais de origem indeterminada. Hoje, nos cinco continentes, qualquer que seja a nacionalidade, a religião, a influência DA denominação política, qualquer que seja o grau de civilização, e tem muitas dezenas de milhares de pessoas, talvez milhões, que possuem uma compreensão comum que vai além das ideologias, que desafia OS dogmas científicos e que, num grau nunca atingido antes nas relações de um mundo multirracial, estão em concordância com uma doutrina solitária: uma crença nas visitas feitas ao nosso planeta por desconhecidos vindos de um outro espaço.
É partindo desses critérios que queremos reunir, nessa contra-investigação, o máximo de informações úteis aos pesquisadores isolados. Outros antes de nós abriram o caminho, como eles nosso único propósito é servir à verdade.


OVNI e as Civilizações Extraterrestres – Guy Tarade



Baixe aqui o ebook completo da publicação:



Nossa visão:



8.1 Ilusões óticas

Persistência da visão
Olhe fixamente no centro da arara durante 40 segundos.
Em seguida, olhe dentro da gaiola e verá a arara, mas com mudança de cor: o azul muda para o amarelo e vice-versa.





Figura 8.1- Persistência da visão.
Isto acontece quando as células foto-sensitivas cansam e compensam com a imagem negativa.

Qual é a linha mais comprida?

Figura 8.2 Linhas
As duas linhas são do mesmo comprimento, mas as setas nas extremidades da linha criam a ilusão que a linha da esquerda é mais comprida (Fig. 8.2).
A distorção da perspectiva é criada no cérebro e não no olho. Esta ilusão é chamada "Ilusão Miller-Lyer".

Movimento em espiral
Mova seus olhos sobre a figura (Fig. 8.3).

 Figura 8.3 - Movimento em espiral
Você terá a sensação que a imagem está mudando constantemente. Para cada instante que isto acontece, a nova imagem sobrepõe sobre a anterior, causando uma ilusão de ótica.



Ponto cego
Tampe seu olho direito e olhe (Fig. 8.4) no ponto do lado direito da tela com o seu olho esquerdo. Permaneça olhando no ponto, enquanto, lentamente movimenta-se mais perto ou mais longe da tela.
Você descobrirá o ponto cego na sua visão quando o ponto do lado esquerdo desaparecer completamente.

Figura 8.4 - Ponto cego.
Isto é causado quando a imagem atinge a parte do olho onde o nervo ótico liga o olho ao cérebro. Neste ponto não existe receptores visuais que são os bastonetes e cones. Como você tem dois olhos, compensa o ponto cego do outro lado.

Cores complementares (semáforo)
Concentre-se sobre a luz azul do semáforo (Fig. 8.5) por 40 segundos. Em seguida, olhe no quadro branco ao lado.

Figura 8.5 - Semáforo.
Você deve ter visto as cores corretas do semáforo. Isto acontece porque as células foto-sensitivas dos nossos olhos ficam cansadas e perdem a sensibilidade para aquelas cores: verde, azul e vermelho. Na imagem posterior, as cores suplementares substituem as cores verdadeiras no fundo preto. O verde torna-se vermelho e o amarelo e o vermelho tornam-se verdes.
Fonte: Science Museum London
 Outros "links" de ilusão ótica:
http://www.SandlotScience.com/
http://www.yorku.ca/eye/toc-sub.htm

8.2 Você sabia que...

"luz negra", geralmente observada em boates, na realidade emite uma pequena porcentagem de luz violeta e uma grande porcentagem de raios ultravioleta, invisível ao olho humano. Entretanto, alguns materiais denominados fotoluminescentes, absorvem os raios ultravioleta e devolvem ao ambiente raios com freqüências menores, na região do violeta. Essa fluorescência permite efeitos luminosos interessantes, como aqueles observados em boates. Pela mesma razão alguns sabões em pó "lavam mais branco": após a lavagem, a roupa reflete a parte visível dos raios solares e também transforma o ultravioleta em visível. Portanto, essa peça de roupa emite mais luz visível do que recebe: "é mais branca". Entretanto, isso não significa, necessariamente, que esse sabão deixe a roupa mais limpa do que os outros.
Ao olharmos para uma fonte de luz pontual, como por exemplo as luzes de uma cidade a noite, geralmente, observarmos a deformação dessa fonte em nossos olhos (como o desenho de uma estrela de natal). Esse é um exemplo simples do comportamento ondulatório da luz. Ela é difratada ao passar pela pupila do olho, ou por entre os cílios quando os olhos estão entreabertos.
A pupila do olho é preta, mas fica avermelhada em fotos tiradas com "flash".
O olho humano é como uma câmara escura com um orifício, a pupila (Fig. 8.6). Como, normalmente, a luminosidade é maior fora do que dentro do olho, nós enxergamos a pupila preta. Entretanto, o fundo do olho, a retina, é intensamente irrigado por vasos sanguíneos, o que lhe dá uma cor vermelho-alaranjada. Por isso quando uma luz intensa, como o "flash" de fotografia, entra no olho, a cor vermelha é preferencialmente refletida. Isso deixa a pupila avermelhada nas fotografias.


Figura 8.6 - Estrutura do olho humano
Ao observarmos estrelas no céu, às vezes, temos a sensação de só conseguirmos enxergar aquelas mais fracas quando não olhamos diretamente para elas, mas um pouco ao seu lado. Isso ocorre porque em nossos olhos, as células mais sensíveis a pouca luminosidade, os bastonetes, se situam na periferia de uma parte da retina, onde normalmente formam-se as imagens nítidas. Por esse motivo, algumas pessoas que dizem ver vultos durante a noite podem estar diante desse fenômeno.
"À noite, todos os gatos são pardos".
Não sabemos ao certo a origem dessa frase, mas com certeza, ela pode ter uma explicação física. Ocorre que a noite, quando a luminosidade é pouca, o olho humano é mais sensível à região azul do espectro da luz, menos sensível ao amarelo e menos ainda ao vermelho. Além disso, com baixa luminosidade, as células responsáveis pela visão colorida, os cones, são muito menos sensíveis do que os bastonetes que distinguem apenas as diferentes intensidades de brilho e, portanto, correspondem à uma visão em preto e branco. Assim, de modo geral, todas as coisas ao nosso redor adquirem uma tonalidade cinza (ou parda) quando a luminosidade do ambiente é fraca.
Nas guerras, pessoas daltônicas muitas vezes foram usadas para descobrir camuflagens.
O olho humano normal possui três tipos de células (os cones) que permitem diferenciar as cores entre si: uma delas é sensível à luz vermelha, outra é sensível à luz verde e outra, à azul. Essas três cores combinadas em maior ou menor intensidade resultam numa infinidade de tonalidades que enxergamos. O olho daltônico, entretanto, tem falta de um ou, em casos mais raros, de dois tipos de cones. Por isso, o daltônico não enxerga as mesmas cores que a maioria das pessoas enxergam. Como a maior parte dos objetos que vemos, na realidade, refletem luz de várias cores que, juntas, resultam na cor característica do material, para o daltônico, o verde de uma camuflagem não terá o mesmo tom do verde de uma mata.
Muitos animais possuem a visão em preto e branco. Alguns deles, entretanto, enxergam melhor do que o homem, como por exemplo a águia (daí vem a expressão "enxergar com olhos de águia"). Outros, como o rinoceronte, são extremamente míopes. Mas o mais interessante é que vários animais enxergam uma parte dos raios infravermelhos. Isso lhes permite caçar durante a noite, já que um corpo emite raios infravermelhos conforme a sua temperatura.
visão em três dimensões (ou esterioscópica) depende muito do fato de possuirmos dois olhos (visão binocular). Você pode verificar que, ao fechar um de seus olhos, perderá grande parte da noção das distâncias entre os objetos. Isso ocorre porque os dois olhos captam a imagem do mesmo objeto de posições diferentes, devido à distância entre os olhos. Essas duas imagens são superpostas no cérebro, o que dá a sensação de 3D.
Na realidade, existem outros fatores que influenciam na visão tridimensional, tais como a observação de paralaxe entre objetos e a comparação entre os seus tamanhos.
Laser é a sigla que quer dizer: "light amplification by estimulated emisssion of radiation". Traduzindo: "amplificação da luz por emissão estimulada".
A luz do laser é mais intensa do que a luz comum porque é um feixe de luz monocromático (as radiações são de uma única freqüência) e coerente porque as ondas estão em fase (as cristas e os vales coincidem).
O laser tem várias aplicações no cotidiano, tais como: telecomunicação; soldar e cortar metais; medir grandes distâncias com precisão; cds e vídeos-discos; holografias; medicina em cirurgias; e endoscopias.
Holograma refere-se a fotografias em três dimensões que contêm toda informação em cada porção da sua superfície. A palavra holograma tem origem grega e significa: holo = todo, inteiro e grama = mensagem, informação.
Para produzir um holograma é usado um filme sensível à luz que registra a interferência de dois feixes de laser, sendo um do objeto, denominado feixe-objeto, e outro de luz difusa do laser, chamado feixe de referência. Esta interferência armazena toda a informação dos dois feixes de luz. Quando o filme processado é iluminado, ele recria o feixe objeto, criando uma imagem em três dimensões real.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Para se pensar




"NÃO ACREDITE EM ALGO SIMPLESMENTE PORQUE OUVIU.
  NÃO ACREDITE EM ALGO SIMPLESMENTE PORQUE TODOS FALAM A RESPEITO.
   NÃO ACREDITE EM ALGO SIMPLESMENTE PORQUE ESTA ESCRITO EM SEUS LIVROS RELIGIOSOS.
    NÃO ACREDITE EM ALGO SÓ PORQUE SEUS PROFESSORES E MESTRES DIZEM QUE É VERDADE. 
     NÃO ACREDITE EM TRADIÇÕES SÓ PORQUE FORAM PASSADAS DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO. 




  MAS DEPOIS DE MUITA ANÁLISE E OBSERVAÇÃO, SE VOCÊ VÊ QUE ALGO CONCORDA COM 
    A RAZÃO, E QUE CONDUZ AO BEM E BENEFICIO DE TODOS, ACEITE-O E VIVA-O."

A farsa da Inconfidência Mineira



A "história" do Brasil é uma grande MENTIRA bem contada!
Se a "cereja do bolo" da história brasileira é uma grande farsa, imagine o resto do "bolo"...

O MARTÍRIO DE TIRADENTES:
UMA FARSA CRIADA POR LÍDERES DA INCONFIDÊNCIA MINEIRA
por Guilhobel Aurélio Camargoe

Ele estava muito bem vivo, um ano depois, em Paris. O feriado de 21 de abril é fruto de uma história fabricada que criou Tiradentes como bode expiatório, que levaria a culpa pelo movimento da Inconfidência Mineira. Quem morreu no lugar dele foi um ladrão chamado Isidro Gouveia.

A mentira que criou o feriado de 21 de abril é: Tiradentes foi sentenciado à morte e foi enforcado no dia 21 de abril de 1792, no Rio de Janeiro, no local chamado Campo da Lampadosa, que hoje é conhecido como a Praça Tiradentes. Com a Proclamação da República, precisava ser criada uma nova identidade nacional. Pensou-se em eternizar Marechal Deodoro, mas o escolhido foi Tiradentes. Ele era de Minas Gerais, estado que tinha na época a maior força republicana e era um polo comercial muito forte. Jogaram ao povo uma imagem de Tiradentes parecida com a de Cristo e era o que bastava: um “Cristo da Multidão”. Transformaram-no em herói nacional cuja figura e história “construída” agradava tanto à elite quanto ao povo.

A vida dele em poucas palavras: Tiradentes nasceu em 1746 na Fazenda do Pombal, entre São José e São João Del Rei (MG). Era filho de um pequeno fazendeiro. Ficou órfão de mãe aos nove anos e perdeu o pai aos 11. Não chegou a concluir o curso primário. Foi morar com seu padrinho, Sebastião Ferreira Dantas, um cirurgião que lhe deu ensinamentos de Medicina e Odontologia. Ainda jovem, ficou conhecido pela habilidade com que arrancava os dentes estragados das pessoas. Daí veio o apelido de Tira-Dentes. Em 1780, tornou-se um soldado e, um ano à frente, foi promovido a alferes. Nesta mesma época, envolveu-se na Inconfidência Mineira contra a Coroa portuguesa, que explorava o ouro encontrado em Minas Gerais. Tiradentes foi iniciado naMaçonaria pelo poeta e juiz Cruz e Silva, amigo de vários inconfidentes. Tiradentes teria salvado a vida de Cruz e Silva, não se sabe em que circunstâncias.

Tiradentes, Maçonaria e a Inconfidência Mineira:
Como era um simples alferes (patente igual à de tenente), não lideraria coronéis, padres e desembargadores, que eram os verdadeiros líderes do movimento. Semi-alfabetizado, é muito provável que nunca esteve plenamente a par dos planos e objetivos do movimento. Em todos os movimentos libertários acontecidos no Brasil, durante os  séculos XVIII e XIX, era comum o "dedo da Maçonaria". E Tiradentes foi maçon, mas estava longe de acompanhar os maçonsenvolvidos na Inconfidência, porque esses eram cultos, e em sua grande parte, estudantes que haviam recentemente regressado "formados” da cidade de Coimbra, em Portugal. Uma das evidências documentais da participação da Maçonaria são as cartas de denúncia existentes nos autos da Devassa, informando que maçons estavam envolvidos nos conluios.

Os maçons brasileiros foram encorajados na tentativa de libertação, pela história dos Estados Unidos da América, onde saíram vitoriosos - mesmo em luta desigual - os maçons norte-americanos George Washington, Benjamin Franklin e Thomas Jefferson. Também é possível comprovar a participação da Maçonaria na Inconfidência Mineira, sob o pavilhão e o dístico maçônico do Libertas Quae Sera Tamen, que adorna o triângulo perfeito, com este fragmento de Virgílio (Éclogas, I, 27). Tiradentes era um dos poucos inconfidentes que não tinha família. Tinha apenas uma filha ilegítima e traçava planos para casar-se com a sobrinha de um padre chamado Rolim, por motivos econômicos. Ele era, então, de todo o grupo, aquele considerado como uma “codorna no chão”, o mais frágil dos inconfidentes. Sem família e sem dinheiro, querendo abocanhar as riquezas do padre. Era o de menor preparo cultural e poucos amigos. Portanto, a melhor escolha para desempenhar o papel de um bode expiatório que livraria da morte os verdadeiros chefes.

E foi assim que foi armada a traição, em 15 de março de 1789, com o Silvério dos Reis indo ao Palácio do governador e denunciando o Tiradentes. Ele foi preso no Rio de Janeiro, na Cadeia Velha e seu julgamento prolongou-se por dois anos. Durante todo o processo, ele admitiu voluntariamente ser o líder do movimento, porque tinha a promessa que livrariam a sua cabeça na hipótese de uma condenação por pena de morte. Em 21 de abril de 1792, com ajuda de companheiros da Maçonaria, foi trocado por um ladrão, o carpinteiro Isidro Gouveia. O ladrão havia sido condenado à morte em 1790 e assumiu a identidade de Tiradentes, em troca de ajuda financeira à sua família, oferecida a ele pela Maçonaria. Gouveia foi conduzido ao cadafalso e testemunhas que presenciaram a sua morte se diziam surpresas porque ele aparentava ter bem menos que seus 45 anos.. No livro, de 1811, de autoria de Hipólito da Costa ("Narrativa da Perseguição") é documentada a diferença física de Tiradentes com o que foi executado em 21 de abril de 1792. O escritor Martim Francisco Ribeiro de Andrada III escreveu no livro "Contribuindo", de 1921: "Ninguém, por ocasião do suplício, lhe viu o rosto, e até hoje se discute se ele era feio ou bonito...".

O corpo do ladrão Gouveia foi esquartejado e os pedaços espalhados pela estrada até Vila Rica (MG), cidade onde o movimento se desenvolveu. A cabeça não foi encontrada, uma vez que sumiram com ela para não ser descoberta a farsa. Os demais inconfidentes foram condenados ao exílio ou absolvidos.

A descoberta da farsa:
Há 41 anos (1969), o historiador carioca Marcos Correa estava em Lisboa quando viu fotocópias de uma lista de presença da galeria da Assembléia Nacional francesa de 1793. Correa pesquisava sobre José Bonifácio de Andrada e Silva e acabou encontrando a assinatura que era o objeto de suas pesquisas. Próximo à assinatura de José Bonifácio, também aparecia a de um certo Antônio Xavier da Silva. Correa era funcionário do Banco do Brasil, se formara em grafotécnica e, por um acaso do destino, havia estudado muito a assinatura de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Concluiu que as semelhanças eram impressionantes.

Tiradentes teria embarcado incógnito, com a ajuda dos irmãos maçons, na nau Golfinho, em agosto de 1792, com destino a Lisboa. Junto com Tiradentes seguiu sua namorada, conhecida como Perpétua Mineira e os filhos do ladrão morto Isidro Gouveia. Em uma carta que foi encontrada na Torre do Tombo, em Lisboa, existe a narração do autor, desembargador Simão Sardinha, na qual diz ter-se encontrado, na Rua do Ouro, em dezembro do ano de 1792, com alguém muito parecido com Tiradentes, a quem conhecera no Brasil, e que ao reconhecê-lo saiu correndo. Há relatos que 14 anos depois, em 1806, Tiradentes teria voltado ao Brasil quando abriu uma botica na casa da namorada Perpétua Mineira, na rua dos Latoeiros (hoje Gonçalves Dias) e que morreu em 1818. Em 1822, Tiradentes foi reconhecido como mártir da Inconfidência Mineira e, em 1865, proclamado Patrono Cívico da nação brasileira.


"É possível enganar parte do povo todo o tempo; é possível enganar parte do tempo todo o povo; jamais se enganará todo o povo todo o tempo."

(Abraham Lincoln)

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Eram Deuses os astronautas



Eram os Deuses Astronautas


A maioria das pessoas acreditam em alienígenas- dos antigos visitantes que vieram do céu. Claramente, a mitos de criação de cada civilização antiga para discutir deuses estranhos que desceram do céu, algumas das que supostamente acasalaram com mulheres humanas para criar linhagens.

A realidade é a consciência criada na matriz do tempo para estudar as emoções. Quando buscamos a verdade por trás da ilusão sobre quem criou as raças humanas, ou experimentos biogenéticos, nós olhamos para aqueles que vieram das estrelas, deuses astronautas, deuses, a criação de nossas respostas.


Será que as sementes dos antigos astronautas criaram a raça humana? Em caso afirmativo, qual foi o seu motivo? Ter esses antigos astronautas utilizando o planeta Terra como um lugar para "projetos de ciência" deles, criando corrida após corrida usando a manipulação biogenética, e em seguida, limpar tudo e começar de novo?


Segundo antigos teóricos , a maioria dos quais tem pesquisado o assunto por décadas, os extraterrestres possuem o conhecimento superior de ciência e engenharia e desembarcaram na Terra a milhares de anos, compartilhando seus conhecimentos com as primeiras civilizações e mudando para sempre o curso da história humana. Até hoje os pesquisadores procuram provas para apoiar esta teoria.


Essa antiga teoria alienígena surgiu da idéia de séculos, de que existe vida em outros planetas, e que os seres humanos e extraterrestres se cruzaram antes. O tema do alien-interação humana foi empurrado para a ribalta na década de 1960, impulsionado por uma onda de avistamentos de ovnis e filmes populares como ¨2001: Uma Odisséia no Espaço (1968)¨. Os programas espaciais desempenharam um papel importante neste sentido: se a humanidade pudesse viajar para outros planetas, não podiam os extraterrestres visitar a Terra também?


Também em 1968, o pesquisador e escritor suíço Erich von Däniken publicou Chariots of the Gods (Eram os Deuses Astronautas) , que se tornou um bestseller imediato. Nele, ele estendeu a sua hipótese de que, as tecnologias e as religiões de muitas civilizações antigas foram-lhes dadas por viajantes espaciais que foram recebidos como deuses. Ele é considerado por muitos como o pai da teoria antigos astronautas. Desde aquela época, ele escreveu muitos outros livros e apareceu na mídia apresentando provas físicas de suas teorias. Em 2010 ele apareceu na série da History Channel, "Ancient Aliens".


Os tipos de provas de von Däniken cita podem ser categorizadas como segue:

A existência de estruturas e artefatos que foram encontrados, que representam um maior conhecimento tecnológico do que se presume ter existido nos tempos que foram produzidos. Däniken sustenta que esses artefatos foram produzidos por visitantes extraterrestres ou por humanos que aprenderam o conhecimento necessário a partir deles. Estes artefatos incluem os Moais da Ilha de Páscoa.


As pirâmides do Egito: Impossível de serem construídas na época em que foram feitas.


As pedras de Stonehenge: Com pedras pesando até 4 toneladas e pela distancia em que tinham que transportar torna-se uma tarefa impossível na pré-historia.


As cidades submersas: Milhares de anos atrás os seres humanos não poderiam ter construído essas cidades debaixo da água.


O mapa medieval conhecida como o mapa de Piri Reis: Supostamente mostra a Terra como ela é vista do espaço.


As linhas de Nazca no Peru: Däniken acredita que foi uma pista de pouso ou indicações para antigas naves voadoras sendo que só podem ser vistas do alto.


As interpretações de obras da arte antiga em todo o mundo com representações de astronautas e veículos espaciais, extraterrestres e tecnologia complexa. Däniken também descreve os elementos que ele acredita que são similares na arte de culturas independentes.


As explicações para as origens das religiões como reações ao contato com uma raça alienígena, incluindo interpretações do Antigo Testamento da Bíblia. De acordo com von Däniken, o homem considerava a tecnologia dos extraterrestres como sendo sobrenatural e os aliens como deuses. Däniken pergunta se as tradições orais e literal da maioria das religiões contêm referências para os visitantes das estrelas e dos veículos que trafegam pelo ar e espaço.


Os Vimanas ou veículos voadores antigos. Exemplos como: a revelação de Ezequiel no Velho Testamento, que ele interpreta como uma descrição detalhada de pouso de uma nave espacial com os anjos, à semelhança do homem. Moisés e Deus com "as instruções" que Deus deu-lhe para construir a Arca da Aliança, que é considerado como um dispositivo de comunicação com uma raça alienígena. Ló e sua família a ser ordenada por humanos como "anjos" para ir para as montanhas, devido à destruição da cidade de Sodoma por Deus, supostamente com uma bomba nuclear, sua esposa olhou para a possível explosão nuclear, e morreu paralisada.


O ¨cargo cults¨, uma religião praticada por muitas tribos indígenas na interação com culturas tecnologicamente avançadas. Durante e após a II Guerra Mundial, quando tribos isoladas, no Pacífico Sul, confundiram soldados americanos e japonêses como deuses. Uma vez que passaram com seus aviões nunca antes vistos nessas tribos que pensaram que fossem seres divinos e passaram a cultuá-los.


Se os alienígenas visitaram a Terra no passado, eles poderiam fazer uma aparição no futuro?
Para antigos teóricos estrangeiros, a resposta é um sonoro sim. Eles acreditam que, ao compartilhar suas opiniões com o mundo, eles podem ajudar a preparar as futuras gerações para o encontro inevitável que os espera.


Fonte retirada do site:http://teoriaalien.blogspot.com.br/2011/04/eram-os-deuses-astronautas.html

O acelerador de particulas

Quando surgiram? O que são?

Os aceleradores de partículas foram inventados na década de 1920 como uma ferramenta para a investigação em física. Por fora, parecem grandes túneis, e podem ter vários quilómetros de extensão. Dentro deles, partículas como protões, eletrões, positrões, anti-protões e diferentes tipos de iões são acelerados a velocidades próximas das da luz, utilizando-se campos electromagnéticos para esse efeito. O único requisito para acelerar partículas é o de que estas tenham carga elétrica e vivam o tempo suficiente para poderem ainda ser úteis.
Os aceleradores de partículas são então equipamentos que fornecem energia a feixes de partículas subatómicas eletricamente carregadas. Todos os aceleradores de partículas possibilitam a concentração de alta energia em pequeno volume e em posições arbitradas e controladas de forma precisa. Exemplos comuns de aceleradores de partículas existem nas televisões e geradores de raios-X, na produção de isótopos radioativos, na radioterapia do câncro, na radiografia de alta potência para uso industrial e na polimerização de plásticos. O estudo das partículas elementares constituintes de núcleo atómico iniciou-se num pequeno acelerador desenvolvido em 1927 pelos físicos ingleses J. D. Cockcroft e E. T. S. Walton na Universidade de Cambridge, Inglaterra. Estes cientistas através do dispositivo conseguiram realizar a primeira reação nuclear induzida artificialmente ganhando assim o Prémio Nobel de física de 1951.

A verdade sobre o efeito estufa




"Não existe aquecimento global", diz representante da OMM na América do Sul"




Depois que vocês lerem essa materia assista a entrevista feita co o meteorologista  Luiz Carlos Molion   em 2010: